4 comentários em “A LAMPARINA SEM A CHAMA DO POETA

  1. Parabéns pelo texto, pela lembrança tão doce desse querido amigo que não sai do nosso coração. Estamos sempre revirando os nosso arquivos de conversas em busca do seu toque genial de criatividade. Ari vive em sua obra e em nossas memórias. Obrigado poeta Pedro Paulo Paulino.

  2. Excelente!

    Tive o prazer de ler seu livro, por sinal, autografado.
    Uma das mais fascinantes histórias que me encantaram, é do indivíduo que para tomar um trago de cana da boa na bodega do pai de Ari, fantasia a existência de uma “pedra preciosa “, o que certamente seduz o balconista, que se abre a tentação do indivíduo até ele encher o “bico”, para dizer que infelizmente ainda não tem a pedra, mas que sabia de sua existência, provocando no comerciante, óbvia decepção!
    Kkkkkkkkk

  3. Meu dileto amigo poeta, lí seu texto cheio de emoção por tratar de outro amigo que tão novo nos deixou. Serviu-me para lembrar desse grande amigo, um artista multifacetado, que deixou seu nome escrito na cultura cearense. Seu texto dispensa qualquer comentário, de tão bem exposto.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *